Jovens da Paróquia de Remanso participam de Encontro de Formação em Pilão Arcado

21:14 - Não comentado


Nos dias 16 e 17 de maio, aconteceu o 1º Encontro de Formação de Líderes com jovens das paróquias de Pilão Arcado, Remanso e Campo Alegre de Lourdes no Centro de Treinamento Palmeiras de Elim (“Roça dos Padres”), em Pilão Arcado.

O encontro de formação, promovido pela Diocese de Juazeiro, com o curso CDL (Curso de Dinâmica para Líderes), foi assessorado por jovens da própria Diocese: Élio Batista (Assessor Diocesano da Juventude), Lorraine Costa (Renovação Católica Carismática), Beatriz Pinheiro (RCC), Lucas Machado (Coordenador do Grupo de Jovens e PJMP) e Gerson Gomes (Coordenador da Pastoral Universitária).

O curso durou dois dias, por conta de uma grade extensa de temas abordados pelos palestrantes e monitores. Este encontro, a nível PARECAL (Pilão Arcado, Remanso e Campo Alegre de Lourdes), reuniu 56 participantes das três paróquias, de acordo com os monitores da CDL. De Remanso, compareceram jovens da cidade, da Malhadinha e de outras localidades do interior, a exemplo de: Ramom, Reilson Araújo, Rosana Araújo, Railson, Mariângeles, Ejielson e Paloma. Além disso, a formação contou com a presença ilustre do pároco local, Guilherme.

Entre vários temas abordados durante as palestras, ficou evidente a preocupação com a falta de formação básica dos jovens articuladores/coordenadores dos grupos da Igreja. As palestras foram dirigidas de forma prática e pedagógica, com dinâmicas e animações.

Ademais, foi abordado pelo palestrante Élio Batista “a decadência dos grupos paroquiais e a falta de comprometimento dos jovens católicos que ainda frequentam a Igreja; além da dispersão e a saída de muitos jovens que antes frequentavam a Igreja”. Citou ainda, com ar de preocupação, outro fato: “a falta de conhecimento bíblico dos jovens católicos, que deixam a desejar nesse quesito importante”.

Durante o curso, foram abordados temas de questionamento histórico e apresentado pelos próprios participantes, em dinâmicas reflexivas, a exemplo do “ANALFABETISMO E POBREZA” e “O BRASIL DAS DESIGUALDADES”, que ainda são problemas enfrentados em território brasileiro — e destaque de luta da Igreja com as pastorais.

Quem compareceu na formação, recebeu muitas informações e dicas de como se situar diante de uma coordenação — além de ter a visão autoreflexiva enquanto cristão e componente de um grupo da Igreja.

Após o término do curso, foi celebrada uma missa especial com o Pe. Guilherme, que abençoou o encontro de formação e a todos que estiveram presentes no local.



Pascom-Remanso, com informações de Matheus – PJMP Remanso


Setor Juventude realiza curso para líderes em Pilão Arcado

14:36 - Não comentado

O Setor Juventude da Diocese de Juazeiro realizou neste final de semana (16 e 17), em Pilão Arcado, 0 1º CDL – Curso de dinâmica para líderes nível I – Regional PARECAL (Pilão Arcado, Remanso e Campo Alegre de Lourdes). Mais de 50 jovens se prepararam para o engajamento no serviço de liderança jovem nas paróquias.

O Curso aconteceu no Centro de Treinamento Palmeiras de Elim. A articulação ficou por conta do jovem Reinaldo Vanique da Cunha de Pilão e a organização foi feita pela Equipe do Setor da Juventude, coordenada por Elio Batista. O diretor espiritual foi o nosso querido Pe. Guilherme (pároco de Pilão).

“Foi um momento muito especial, com jovens de diversas expressões juvenis: PJMP, RCC, IAM, CRISMA e COROINHAS, que de forma brilhante foram protagonistas dessa formação. Jovens dom muita espontaneidade e vontade de servir”, explicou Élio (foto abaixo)


Pascom-Remanso, com texto de Mirrail Menezes (com informações de Elio Batista) e fotos: Elio Batista


ABOLIÇÃO ONTEM E HOJE

10:47 - Não comentado

É bom salientar que quando a questão da Abolição começou a ser debatida no Brasil, vários países do mundo já tinham decretado o fim da escravidão. Por isso, muitos parlamentares brasileiros que abraçaram a causa da emancipação afirmavam, na tribuna do Senado ou da Câmara, que a manutenção da escravatura no Brasil era sinal de atraso. Diziam também que o país estava caminhando na contramão da História ao se recusar a dar liberdade aos cativos. Eles relacionavam escravidão com barbárie e trabalho livre com civilização.

“Podemos importar a barbárie africana e não queremos a civilização europeia?”, questionava o deputado baiano Francisco Acayaba de Montezuma em 3 de julho de 1838. Ora, o parlamentar utilizava da argumentação racista do século XIX para fundamentar sua preocupação. O racismo é esta ideologia essencialista que afirma que as características morais e intelectuais de uma grupo derivam de suas características físicas e biológicas. Dessa forma, enquanto o branco é naturalmente engenhoso, inventivo e governado pelas leis, o africano é astucioso, negligente, preguiçoso e governado pela vontade de seus chefes. Infere-se, portanto, do questionamento de Francisco Montezuma a convicção de que o Brasil só iria ingressar na civilização se aumentasse o número de brancos em sua composição populacional, pois eles são a “raça humana superior”.

Aumentava, portanto, no Brasil pré-abolição a certeza de que o país somente iria entrar, definitivamente, na rota do progresso se pusesse fim à escravidão. Porém, os proprietários de escravos resistiram de todas as formas ao movimento abolicionista, identificando seus interesses particulares aos interesses da Nação quando afirmavam que com fim da escravidão a economia do país entraria em colapso. Para eles, os abolicionistas eram agitadores e baderneiros. É sempre assim na História: as forças reativas que atuam na sociedade contra as reformas argumentam que elas são nocivas à Nação e, ao mesmo tempo, criam toda uma estrutura a fim de impedir o avanço das ideias progressistas, perseguindo aqueles que lutam pela melhora da sociedade.

Em um discurso no dia 4 de agosto de 1840, o deputado pela província de Pernambuco, Caetano Maria Lopes da Gama, opôs-se aos argumentos dos proprietários de escravos, dizendo: “Eu sei que advogar a causa da emancipação da escravatura ou acabar com este tráfico de carne humana é ir contra a opinião quase geral, mormente a dos agricultores, porque julgam que sem escravos africanos não pode haver agricultura, e assim, logo que se fala da não-entrada de escravos, perguntam: como havemos de plantar café? Entretanto, tal princípio é falso, nem seria difícil mostrar que o comércio de da escravaria é uma das causas primordiais da nossa imoralidade e da desgraça do Brasil; o Brasil nunca a de ser nada enquanto tiver escravos!”.

Mas como foi possível vencer a oposição dos donos de cativos e fazer avançar as ideias abolicionistas?

Novo discurso sobre a escravidão

Até o século XVIII, a escravidão era vista como algo positivo, pois ofereceria ao africano a oportunidade de se libertar da ignorância e se converter ao cristianismo, o que garantiria a ele a sua salvação eterna. A Igreja apenas pedia paciência aos cativos, comparando os seus sofrimentos com a dor de Jesus no caminho do Calvário, e benevolência aos senhores, lembrando-os que cuidar dos escravos, como verdadeiros pais, era sua obrigação. Justificados pela religião, os donos de escravos podiam mantê-los no cativeiro sem peso na consciência. É claro que vários cativos resistiam, promovendo insurreições e fugas. No entanto, praticamente sem o apoio do homem livre, sofriam forte repressão.

A partir do XVIII, influenciadas pelas ideias iluministas, muitas pessoas no Brasil e no mundo começaram a denunciar a escravidão, argumentando que se tratava de uma instituição que é contrária aos princípios cristãos, atenta contra a moral e os bons costumes e é uma força de trabalho pouco produtiva. Assim, em nome da religião, da moralidade e da economia, a escravidão passou a ser condenada.

No Brasil, vários pasquins começaram a circular, tecendo pesadas críticas à escravidão, ao tráfico negreiro e ao preconceito racial. Seus editores eram, dentre outros, intelectuais desempregados, farmacêuticos, médicos e padres. Estes jornais panfletários, cuja vendagem era quase sempre pequena, fomentaram várias revoltas, como, por exemplo, a Conjuração Baiana (1798), a Confederação do Equador (1824), as revoltas regenciais e a Revolta da Praieira (1848).

Mudanças econômicas e sociais

Na segunda metade do século XIX, à medida que o Império chegava ao fim, foi-se implantando no Brasil, sobretudo nas regiões mais prósperas, um incipiente capitalismo. Surgiam as primeiras fábricas e ferrovias, novas técnicas de produção de café e açúcar eram adotadas, aumentava-se o acesso ao crédito, o trabalho livre começava a substituir a força de trabalho escrava, a população crescia, fortalecia-se o mercado interno e a economia se diversificava.

Essas mudanças de ordem econômica afetavam a sociedade brasileira, promovendo o surgimento de novos grupos sociais ávidos em defender seus interesses. Os empresários do setor produtivo pleiteavam proteção do Estado, enquanto que a assim chamada pequena e média burguesia (profissionais liberais, funcionários públicos, mercadores) almejavam maior participação nas decisões políticas do país. Havia também os imigrantes estrangeiros e as camadas urbanas mais pobres.

Movimento abolicionista

As campanhas internacionais a favor do fim da escravidão sensibilizaram muitos brasileiros, que começaram a organizar grêmios, clubes e associações abolicionistas nas principais cidades do país. A aprovação da Lei do Ventre Livre em 28 de setembro de 1871 pretendeu esvaziar o abolicionismo, o que de certa forma conseguiu. Porém, o número reduzido de escravos libertos pela lei intensificou a onda abolicionista a partir de 1880, que voltou mais forte e com mais apoio da sociedade.

A estratégia abolicionista ia desde a compra de cartas de alforria até o patrocínio de fugas, sabotagens e revoltas. Dentre os abolicionistas mais famosos, podemos citar: Luís Gama, André Rebouças e Joaquim Nabuco. Gama nasceu na Bahia em 1830 e morreu em 1882, ou seja, não chegou a ver o fim da escravidão. Era preto, foi vendido como escravo pelo pai e exercia a profissão de jornalista e rábula. Circulava entre a elite brasileira e chegou a afirmar, em 1870, que o escravo que mata seu dono o faz em legítima defesa. Por causa disso, atraiu para si muitos inimigos que o queriam ver morto.  

O preto André Rebouças era filho de uma importante família de políticos baianos. Nasceu em 1838 e morreu em 1898. Formou-se em engenharia e acreditava que o exercício da profissão de engenheiro faria com que ele fosse aceito no mundo dos brancos. Ledo engano. Por causa de sua cor, perdeu várias oportunidades profissionais, de modo que, como abolicionista, ele “expressou seu ressentimento contra as injustiças que sofria por ser preto e, ao mesmo tempo, atacava as elites, de cuja patronagem dependia, mas que lhe haviam causado tantas humilhações”. Nunca foi um abolicionista radical.

O branco Joaquim Nabuco foi certamente o abolicionista mais famoso. Era membro nato da elite brasileira. Pernambucano, nasceu em 1849 e faleceu em 1910. Como Rebouças, acreditava que a Abolição se faria via Parlamento e não através da mobilização e organização da comunidade negra.   

Leis emancipadoras

As várias leis que foram aprovadas no decorrer do século XIX tiveram um efeito psicológico importante, porque apontavam para um caminho que levaria ao fim da escravatura.

Em 1831, o governo brasileiro, sofrendo a pressão da Inglaterra, instituiu uma lei que proibia o tráfico de escravos. Esta lei “para inglês ver” foi inócua na prática, pois o Brasil continuou recebendo ilegalmente escravos africanos. Em 1850, aprovou-se a lei Eusébio de Queirós, proibindo, definitivamente, o tráfico de africanos para o Brasil.

Diante das pressões, o governo imperial resolveu solucionar a chamada questão servil, instituindo um plano de emancipação gradual e ordeira da escravidão no Brasil. Assim, em setembro de 1871 foi aprovada a Lei do Ventre Livre, que previa que todas as crianças de mães escravas a partir da data de promulgação da lei seriam consideradas livres. Em 28 de setembro de 1885 foi aprovada a Lei Saraiva-Cotegipe (Lei dos Sexagenários), que decretou a libertação condicional dos escravos idosos, ou seja, daqueles com 65 anos de idade ou mais. Em 1886, o parlamento brasileiro proibiu o castigo por açoitamento, sério golpe à dominação senhorial. Finalmente, em 13 de maio de 1888, a Lei Áurea assinada pela princesa Isabel oficializou o fim da escravidão no Brasil.

Abolicionistas anônimos

A inevitabilidade da Abolição ficava cada vez mais patente à medida que o século XIX chegava ao fim. A partir de 1880, vários escravos começaram a se organizar para promover revoltas e fugas nas fazendas. Se no período Colonial estas revoltas e fugas contavam com a pouca simpatia do homem livre, agora, devido ao movimento abolicionista, a sociedade brasileira começava a se identificar com a causa negra, condenando a escravidão e fazendo do senhor um algoz e do escravo um vítima.

Organizações que advogavam o fim da escravidão via mobilização e atuação da comunidade negra começaram a ser fundadas, a exemplo dos caifazes. Estes foram organizados por Antônio Bento, que cumpriu as funções de juiz de paz e de juiz municipal. Os caifazes promoviam atos públicos contra a escravidão, denunciavam a violência sofrida pelos escravos, davam guarida a cativos fugidos, perseguiam capitães-do-mato, denunciavam os abusos cometidos pelos senhores, expondo-os à opinião pública, arrecadavam recursos para a compra de cartas de alforria e mantinham, via mídia, a população mobilizada em favor da Abolição.

A causa da Abolição contou também com o apoio de imigrantes estrangeiros, ex-escravos e capoeiras que prestavam serviços aos abolicionistas, garantindo-lhes proteção e promovendo agitações nas ruas. É bom lembrar que também havia maltas de capoeira que agiam em favor dos escravistas.

Segundo a historiadora Emília Viotti da Costa, “foi apenas quando os escravos decidiram abandonar as fazendas em número cada vez maior, desorganizando o trabalho, que os fazendeiros se viram obrigados a aceitar, como inevitável, a Abolição”.

Epílogo

Durante muito tempo, a Abolição foi vista como sendo uma dádiva da princesa Isabel, uma decisão acertada do Parlamento e uma vitória do povo brasileiro. Ao abolir a escravidão, o Brasil progrediu, ingressando, definitivamente, no rol dos países civilizados. Com a emancipação dos escravos, muitos abolicionistas se deram por satisfeitos, abandonando-os a própria sorte. O Estado brasileiro não garantiu as condições necessárias que permitiriam a inserção do ex-escravo na sociedade, de modo que ele se tornou livre para escolher entre a opressão que sofria e a miséria que o acompanhava.

Mais de trezentos anos de escravidão deixaram marcas na sociedade brasileira, que continua sendo violenta, desigual, preconceituosa e racista. As vítimas são, em sua maioria, negros. Dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelaram que no ano de 2013 ocorreram 50.806 homicídios no país, sendo que a maioria dos assassinados são homens, jovens e negros. O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade Racial de 2014 mostra que “os negros com idade de 12 a 29 anos correm mais risco de exposição à violência que os brancos na mesma faixa etária”. No que se refere aos homicídios, “o risco de uma pessoa negra ser assassinada no Brasil é, em média, 2,5 vezes maior que uma pessoa branca”.

No Brasil, a cor da pele contribui para aprofundar a estratificação social, pois os dados revelam que existe uma relação entre a cor da pele e a pobreza no país. Ao negro é negado o acesso a bens socialmente valorizados. O Censo de 2010 revelou que 70,8% das pessoas que vivem em extrema pobreza no país são negras. Cerca de três quartos dos beneficiados com o programa Brasil Sem Miséria são negros.  Todos estes dados econômicos e sociais mostram que o caráter racista da sociedade brasileira se confirma na realidade dos fatos.


         É ainda longo o caminho a ser percorrido para a construção de um Brasil justo, solidário e fraterno. A emancipação dos escravos foi apenas o ponto inicial na luta pela emancipação do povo brasileiro. Manter sempre viva a história e o exemplo de luta dos heróis anônimos que abraçaram a causa da Abolição, das organizações abolicionistas que surgiram para denunciar todas as formas de opressão e da mídia comprometida com o Brasil e seu povo e não com as receitas do modelo neoliberal de sociedade, é não permitir que, nas palavras de Emília Viotti, a comemoração do 13 de Maio “nos ofusque a ponto de transformarmos a liberdade que ele simboliza num mito a serviço da opressão e da exploração do trabalho”.


Pascom-Remanso, texto Marco Paulo, imagem da internet



A primeira reunião da equipe responsável pela organização da Romaria de 2015 aconteceu nesta última sexta-feira, 08/05.

17:20 - Não comentado

Neste ano, a organização da Romaria contará com a participação de entidades promotoras da vida e que atuam aqui na nossa região e no município de Remanso, tais como: IRPAA, SASOP e STR. Nesta primeira reunião, tivemos a participação de Agostinho Neto, novo articulador do IRPAA em Remanso.

O convite  a estas instituições vem ao encontro do tema da Campanha da Fraternidade de 2015: Fraternidade: Igreja e Sociedade.

Com esta campanha a Igreja do Brasil lembra que ela está na sociedade para buscar a paz, a justiça e a fraternidade e para isso ela sempre se coloca aberta a fazer parcerias com instituições e organizações sociais, unindo forças para a erradicação de tudo aquilo que impede a construção de uma sociedade justa, onde as pessoas vivam com a dignidade de filhos e filhas de Deus. 

Ficou decidido que o tema da Romaria será o cuidado com a água, alertando toda a sociedade para a necessidade dela se envolver na elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico, buscar cada vez mais informações sobre os malefícios provenientes do uso de agrotóxicos e o destino que é dado ao lixo.

Por fim, dividiu-se os grupos que ficarão responsáveis pela divulgação, elaboração do subsídio que será entregue a todos os romeiros contendo informações sobre o tema da Romaria, o transporte e a alimentação. 

A próxima reunião ficou agendada para o dia 25 de maio às 19:30h no Cento Social.



Pascom-Remanso, com informações de Marcos Paulo


Discussão sobre Saneamento ganha força no sertão da Bahia

11:20 - Não comentado

Vem crescendo o número de municípios baianos preocupados em cobrar do poder pública a elaboração dos Planos Municipais de Saneamento Básico, instrumento que irá garantir acesso a recursos federais para investir nesta área nos próximos 20 anos. Esta movimentação vem sendo provocada em alguns municípios do sertão da Bahia a partir da Articulação Popular São Francisco Vivo, que convida a sociedade a se organizar e debater este assunto, buscando respostas efetivas por parte do poder público municipal.

A preocupação com a eficácia do saneamento deve ser de interesse de toda população, pois a ausência do mesmo afeta diretamente a qualidade de vida das pessoas, sendo uma questão, inclusive, de saúde pública. Mas a dimensão ambiental também é algo que preocupa a Articulação Popular São Francisco Vivo, sendo o Rio São Francisco um dos grandes impactados com os problemas decorrentes da falta ou precariedade dos serviços de saneamento.

Com o Projeto de Revitalização do São Francisco, executado pelo governo federal, diversos municípios ribeirinhos foram contemplados com obras de esgotamento sanitário, porém em boa parte deles não foram entregues à população, como é o caso do município de Pilão Arcado, que ainda não conta com rede de coleta e tratamento de esgoto. A maioria dos municípios que estão às margens do São Francisco o esgoto é lançado sem tratamento diretamente no rio, o lixo é armazenado á céu aberto, não há drenagem correta da água da chuva e as cidades e comunidades rurais sofrem problemas de abastecimento da água potável.

A Lei Nacional do Saneamento (11.445/2007) prevê que este é um direito social e que deve ser garantido de forma universalizada, ou seja, contemplando toda a população do município, seja na área urbana ou rural. Já o decreto federal nº 8.211/2014 estipula o prazo para cada município brasileiro elaborar os Planos Municipais, com base do Plano Nacional de Saneamento Básico (PNSB). De acordo com o documento, “após 31 de dezembro de 2015, a existência de plano de saneamento básico, elaborado pelo titular dos serviços, será condição para o acesso a recursos orçamentários da União ou a recursos de financiamentos geridos ou administrados por órgão ou entidade da administração pública federal, quando destinados a serviços de saneamento básico”.

Mobilização

Em Juazeiro, Remanso, Curaçá, Pilão Arcado e Campo Formoso já foram realizados momentos de reunião com o objetivo de, inicialmente, sensibilizar as organizações para em seguida ampliar o debate e assim a população pressionar as prefeituras a elaborarem ou concluírem os Planos, garantindo o chamado controle social, assegurado pela Lei Nacional do Saneamento Básico. Além disso, oficinas, envio de documentos aos órgãos competentes e conversas com representantes do legislativo municipal, também vem sendo feitas pelas entidades, visando envolver o máximo de representações preocupadas em tomar atitudes relativas ao assunto.

O município de Juazeiro está em processo de construção do Plano, porém a empresa responsável já extrapolou o prazo de cumprimento das etapas da elaboração. Nos demais municípios, a população ainda não foi convocada a participar, sendo esta uma condição obrigatória para o Plano ter validade.

Para a Articulação Popular São Francisco Vivo, este é um dos temas que precisam de uma atenção especial, pois é uma das formas de diminuir os impactos sofridos hoje pelo Velho Chico, além de ser uma luta por um direito que está garantido na legislação e que deve favorecer a população como um todo.


Pascom-Remanso, com texto e foto: Comunicação Irpaa


Lei 11.445 estabelece as diretrizes para a superação do problema da falta de Saneamento Básico no Brasil

09:49 - Não comentado

No dia 5 de janeiro de 2007, o então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 11.445, que instituiu as diretrizes nacionais para o saneamento básico. Ela estabelece que “cada município brasileiro tem que elaborar seu Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) até o final de 2015”. Caso o município não cumpra esta determinação, ele poderá não mais receber recursos federais para investir em saneamento.

A existência de um saneamento básico adequado e o cuidado com a água são indicadores positivos que atestam o grau de desenvolvimento de uma nação. Os dados do Brasil sobre saneamento básico revelam que o país está muito aquém daquilo que se espera de um país desenvolvido. No Brasil, 51,9% das residências ainda não tem coleta de esgoto. Do esgoto coletado, 63% vão diretamente para os rios e praias. A água encanada é algo inexistente para 14,6% das moradias brasileiras, enquanto que 11,2% não têm sequer coleta de lixo. Sete milhões de pessoas no país não tem acesso a banheiro.

Existe uma correlação entre saneamento básico e saúde de qualidade. Por exemplo, segundo dados da ONU, 88% das mortes no mundo por diarreia são causadas por falta de saneamento. No Brasil, cálculos feitos mostram que a cada real investido em saneamento, quatro são poupados na área de saúde. Somente em 2011, 369.048 pessoas foram internadas vítimas de diarreia, sendo que 138.447 foram crianças menores de 5 anos.

A fim de reverter esta realidade alarmante, o Brasil tem agora um Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), que pretende investir cerca de 420 bilhões de reais em 20 anos para sanear o país. Quando falamos em saneamento básico, temos que ter em vista quatro componentes: abastecimento de água potável, coleta e tratamento de esgotos, manejo de resíduos sólidos e manejo de águas pluviais. A meta deste plano é cumprir as determinações da Lei 11.445, mais conhecida como a Lei do Saneamento Básico, fundamenta, dentre outros princípios, no da universalização do acesso e controle social.

A Lei 11.445 estabeleceu que a universalização do acesso ao saneamento básico é “compromisso de toda a sociedade”, que deve se informar sobre o PMSB de seu município, se ele está sendo elaborado, qual é o prazo de sua apresentação e propor soluções para os problemas. Felizmente, há várias entidades dispostas e ativas no debate e mobilização da sociedade em torno da questão do saneamento básico.


No Vale do São Francisco, boa parte das cidades não tem tratamento de esgoto adequado, despejando-o diretamente no rio. “Não fazem a destinação correta dos resíduos sólidos (lixo), tem pouco ou nenhum planejamento para fazer o manejo das águas pluviais e em sua maioria não contam com sistemas eficientes de abastecimento de água”.


Pascom-Remanso, texto de Marcos Paulo.


Coordenador Diocesano da Renovação Carismática Católica (RCC) visita Remanso

18:00 - Não comentado

Nos dias 25 e 26 de abril, o Coordenador Diocesano da Renovação Carismática Católica de Juazeiro, Ítalo Nunes e a Secretária, Naiane Gomes estiveram em Remanso para dar formação, orientação para o pessoal que compõe o Setor 02 da RCC Juazeiro (Remanso, Pilão Arcado e Campo Alegre de Lourdes). Durante o encontro foi pedido orações e mobilização para o Congresso Estadual da RCC que acontecerá de 18 a 20 de setembro de 2015, em Salvador/BA.

Segundo Ítalo, não foi possível fazer a eleição de Coordenador de Setor por causa da ausência do pessoal de Campo Alegre de Lourdes, o que deve acontecer em data a ser marcada.


No final do encontro, foi proclamada a Palavra que está em Oséias (4-6): “porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, excluir-te-ei de meu sacerdócio; já que esqueceste a lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos.”


Pascom-Remanso, com informações de Nilton Show (correspondente popular)

LEIGOS E LEIGAS DA PARÓQUIA DE REMANSO PARTICIPARAM DA ASSEMBLÉIA DIOCESANA DE CEBS

17:49 - Não comentado
A Assembleia de CEB’s aconteceu nos dias 24 a 26 de abril no Centro de Treinamento Diocesano em Carnaíba do Sertão, com o tema: Comunidade de Comunidades: uma nova paróquia - Doc 100 – CNBB.

A Assembleia teve como objetivo: Animar e reforçar as CEBs na vida Diocesana; Trocar experiências (Testemunhos, vivências); Perceber a importância das CEBs na formação de redes de Comunidades e seu dinamismo missionário; Estar em sintonia com o II Encontrão Regional das CEBs NE3; Igreja presença no mundo.
            

Nossa Paróquia foi representada pelos leigos Ildecir, Norberto, Gilmar, Eliciana e Cassia.


Juazeiro sedia Semana de Celebração dos 25 Anos do Irpaa

18:07 - Não comentado

Os 25 anos de trabalho do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada – Irpaa em defesa da Convivência com o Semiárido será celebrado no período de 14 a 18 de abril, com uma programação diversificada que acontecerá no Centro de Cultura João Gilberto e no Centro de Formação D. José Rodrigues, em Juazeiro (BA).

Agricultores/as, organizações parceiras e demais convidados/as irão participar de mini-cursos, seminários, painéis de trocas de experiências, Feira de Saberes e Sabores do Semiárido, além de shows, apresentações culturais e celebração religiosa. Durante o evento haverá também lançamento do vídeo institucional e de publicações da entidade e de outros autores.

Toda a programação, que terá início dia 14 (terça-feira) às 19:30h, foi pensada para festejar não apenas o aniversário da instituição, mas toda a Caminhada em defesa da Convivência com o Semiárido, considerando o protagonismo das comunidades e das famílias que acreditaram e passaram a vivenciar na prática esta proposta.

Estarão presentes nos espaços de discussão, representantes das comunidades acompanhadas pelo Irpaa ao longo dos anos, bem como organizações da sociedade civil, instituições de ensino e pesquisa e órgãos dos governos municipais, estadual e federal que se relacionam com o trabalho do Irpaa.

Ao longo dos dias, haverá também uma vasta programação cultural, com destaque para grupos populares regionais de música, capoeira, hip-hop, repente, samba-de-véio, teatro, dança, cordel. A Feira de Saberes e Sabores que acontece nas noites dos dias 15 e 16 e o show cultural na noite do dia 18, ambos no Centro de Cultura João Gilberto, serão abertos à sociedade em geral.


Histórico

O Irpaa é uma Organização Não Governamental fundada em 17 de abril de 1990, tendo como presidente D. José Rodrigues de Souza, bispo de Juazeiro no período de 1975 a 2003. Nos seus primeiros dez anos de existência o Irpaa tinha com objetivo divulgar a proposta de Convivência, já na segunda década se debruçou sobre a consolidação da mesma. Nesses 25 anos, somando-se a outras organizações, uma das prioridades vem sendo a defesa de uma Política Nacional de Convivência com o Semiárido.

Dentre as principais conquistas, a instituição celebra a participação na criação de Redes como Articulação do Semiárido brasileiro (Asa), Rede de Educação do Semiárido brasileiro (Resab), Articulação Popular São Francisco Vivo, além da participação ativa em outros espaços importantes como o Fórum Baiano de Agricultura Familiar, Rede de Ater, Articulação Nacional de Agroecologia, Colegiado do Território Sertão do São Francisco, entre outros. Conselhos municipais, estaduais e nacional como o de Desenvolvimento Rural, Segurança Alimentar, Meio Ambiente, entre outros, também contam com representação do Instituto.

O incentivo à criação de associações, grupos produtivos e Cooperativas, a exemplo da Coopercuc, faz parte da história do Irpaa, que enxerga o potencial da Caatinga e preza pela valorização do modo de viver das comunidades do Semiárido. A execução de programas de acesso à agua nas comunidades rurais e a realização de eventos de formação como a Escola de Convivência com o Semiárido, somam-se a uma série de outras ações da entidade em diversas regiões do Semiárido brasileiro.

A celebração de aniversário do Irpaa teve início em junho de 2014 e seguiu durante os últimos meses com a realização de ações e eventos no Sertão do São Francisco, a exemplo de sessões especiais nas Câmaras de Vereadores e entrevistas nos meios de comunicação da região. Nos próximos meses ainda haverá programações alusivas ao aniversário.



Pascom-Remanso, texto: Comunicação IRPAA

Leigos da PL de Remanso participam do encontro diocesano de liturgia

15:07 - Não comentado
Nesse último final de semana, entre os dias 10 a 12 de abril, foi realizado um encontro diocesano de liturgia, no Centro de Treinamento de Lideres (CTL) em Carnaíba do Sertão, Juazeiro-BA. O encontro foi assessorado pelo leigo formador e coordenador da liturgia da paróquia Nossa Senhora da Conceição da Diocese de Mossoró-RN Rodrigo Éder, e coordenado pelo Padre José Erimateia (pároco da paroquia São Joao Batista – Uauá-BA) e a equipe diocesana da Pastoral Litúrgica.

Quase todas as paroquias da diocese de Juazeiro-Ba participaram, tendo a presença de cerca de 80 pessoas. Quatro leigos da nossa paroquia estiveram presentes durante os 3 dias de formação, Tiago representando os comentaristas, Yonne representando os salmistas e corais, Valdice representando a equipe de liturgia infantil e Michel -  membro da equipe diocesana de liturgia – representando os leitores.

O encontro foi norteado com o tema: ASSEMBLEIA CELEBRANTE E MINISTÉRIOS LITÚRGICOS. A formação foi dinamizado de momentos formativos, vivencias, celebrações, oficinas, laboratórios e partilhas de experiência.

Já dizia o Frei Alberto Beckäuser: “A Liturgia não nos pertence... ela é de Deus,  dom oferecido à humanidade por  Cristo e em Cristo. Não somos nós que a fazemos, ela é que nos faz. Não a possuímos, é ela que nos possui... devemos  deixar-nos conduzir por ela...”

O QUE É LITURGIA?

A palavra Liturgia vem de Origem grega: LIT (povo, comunidade) e URGIA serviço, obra, ação. A liturgia transporta a Bíblia da situação de Palavra-memória para a situação de Palavra-operadora de salvação.

LITURGIA: OBRA DA SANTÍSSIMA TRINDADE
Deus Pai – CRIAÇÃO
Deus Filho – SALVAÇÃO
Deus Espírito Santo – SANTIFICAÇÃO

O assessor expôs que os vários ministérios litúrgicos ajudam no fortalecimento do povo sacerdotal real que anuncia o Ressuscitado por meio da celebração Eucarística. Acolhida / Leitores / Salmistas / Cantores / Instrumentistas/ Organizadores dos espaços celebrativos / Sonoplastas / Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística / Acólitos / Comentaristas / Assembleia e Presidente.

Segundo o Padre José Erimateia para o ano que vem, fica a proposta da temática do encontro diocesano ser sobre Música.

O encontro foi avaliado com positividade e concluiu-se com a Celebração da Santa missa presidida por D. José Geraldo e concelebrada pelo padre José Erimateia.




Pascom-Remanso, com fotos de Clara e texto de Michel



Diocese de Juazeiro realiza encontro com coordenadores paroquiais e regionais da pastoral catequética

14:45 - Não comentado
Nos dias 10 e 11 de abril de 2015, foi realizado um Encontro com os Coordenadores Paroquiais e Regionais da Pastoral Catequética da Diocese de Juazeiro.

Maior parte das paróquias da Diocese participou, tendo a presença de cerca de 30 pessoas. O encontro em sua primeira parte foi feita uma revisão do Plano Diocesano de Catequese (2014/2016), para que assim possa dar continuidade ao que foi programado. Também foi dado inicio a organização da I Romaria Diocesana dos Catequistas, que acontecerá em Setembro de 2015 em Juazeiro. Encerando então com apresentação do anexo: sobre as orientações e normas para os sacramentos e vestes.

"O Encontro foi proveitoso e satisfatório, por que teve muitos momentos de integração, partilha e animação entre os participantes. Além de saber como estava o andamento do Plano Diocesano de Catequese em cada Paróquia e Regional." afirmou Maria do Carmo Rodrigues - Coordenadora Diocesana de Catequese.

O próximo encontro será entre os dias 13 e 14 de novembro, no Centro Diocesano de Pastoral em Juazeiro.


A avaliação do encontro foi muito positiva e os participantes formaram uma unidade, pois sentiram mais confiantes e fortes para seguirem na caminhada. A Equipe Diocesana de Catequese agradece a todos pela participação e integração neste encontro.



Pascom-Remanso, informações da Pascom da Diocese.

ARTIGO: Partilhando Experiências

15:09 - Não comentado
Estamos vivendo a Quaresma, que é um período muito importante na Igreja católica. Tempo de preparação para a Páscoa do Senhor em que somos convidadas/os a olhar para dentro de nós mesmos para o exercício da oração, penitência, caridade e missão. Rever nossos propósitos e renovar nossas vidas para nos identificarmos cada vez mais com Jesus, que se entregou totalmente à humanidade. Nós também somos chamadas/os a fazer essa entrega generosa aos irmãos, sobretudo aos mais necessitados.

A Campanha da Fraternidade interage com a Quaresma e quer ajudar-nos a aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a Sociedade – propostas pelo Concílio Ecumênico Vaticano II – como serviço de edificação do Reino de Deus, no coração e na vida do povo brasileiro.

Neste sentido, participamos direto ou indiretamente de atividades promovidas pelos movimentos sociais e entidades do nosso município como:

A comemoração do dia Internacional da Mulher através da VI Feira Cultural e Saúde da Mulher, realizada pela  Rede de Mulheres de Remanso, com apoio de parceiros locais, no dia 11/03. O tema desse ano foi “Mulheres na defesa de uma alimentação saudável”, com o objetivo de despertar nas mulheres e nas famílias a importância de se produzir e consumir alimentos saudáveis, já que a mulher tem um papel fundamental na educação alimentar da família. A Feira também promoveu a realização de diversas oficinas, consultas médicas, atendimento odontológico, exames e atividades culturais durante todo o dia.

No dia 12 de março, foi realizado um seminário em comemoração aos 25 anos do SASOP (Serviço de Assessoria a Organizações Populares Rurais),  entidade onde uma das leigas trabalha. Este foi um momento de celebrar e de refletir sobre o caminho percorrido, qualificando a sua intervenção junto às comunidades rurais e entidades parceiras, além de avaliar os resultados de suas ações e os rumos da entidade e do movimento agroecológico em meio a atual conjuntura. Também foi um momento de lançamento da Campanha Consumo Consciente e Saudável e reflexões sobre as Conquistas e Desafios das Políticas Públicas de Promoção da Agroecologia.

Estamos vivendo a experiência do trabalho Pastoral na Vila Matilde, onde depois de um tempo de visitas, oração e escuta das famílias percebemos a necessidade de ajudar a comunidade a assumir mais os trabalhos de evangelização, pois até então sempre tem sido pessoas de fora que se dedicam à catequese, às celebrações e outros. Para isto, foi realizada uma reunião no dia 21/03, onde as pessoas presentes partilharam o que já existe na comunidade e o que precisa melhorar. Ficou marcada outra reunião para o dia 11/04/2015 para juntos fazermos um planejamento para formação e organização da Comunidade

Tivemos também nosso dia de espiritualidade no dia 14/03 com o tema da Reconciliação. Momento de oração, onde rezemos dando olhando para dentro de nós mesmas, pois a reconciliação deve acontecer primeiro conosco mesmas (os). Estamos participando com a comunidade dos encontros da C.F, Celebrações e Vias Sacras, momentos que nos ajudam a refazermos nosso caminho com Jesus para com Ele Celebramos a Páscoa da Ressurreição.


                      Feliz Páscoa Para todas (os) !!!  LLPP’s de Remanso Bahia


Pascom-Remanso. Texto Leigas do Pequeno Projeto.


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