OITAVA NOITE DO NOVENÁRIO DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

10:47 - Não comentado



  “Alguém de vocês está sofrendo? Reze. Está alegre? Cante. Alguém de vocês está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que rezem por ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. A oração feita com fé salvará o doente: o Senhor o levantará e, se ele tiver pecados, será perdoado.” (Tg. 5, 13-15)

O Catecismo da Igreja Católica ensina que os “sacramentos são os sinais e os instrumentos pelos quais o Espírito Santo difunde a graça de Cristo, que é a Cabeça, na Igreja, que é seu Corpo.” A Igreja, ao ministrar os sacramentos, une de maneira íntima os homens a Deus. Ao promover a unidade do gênero humano, Ela mesma torna-se sacramento, isto é, instrumento pelo qual Cristo “manifesta e atualiza o amor de Deus pelos homens”.

Quando o homem e a mulher são batizados ganham uma vida nova. Porém, esta nova vida de filhos de Deus pode ser perdida pelo pecado, sobretudo nos momentos de dor e sofrimento, pois a iminência da morte tende a fragilizar o ser humano, tornando-o mais propenso a se afastar de Deus. Daí a importância da unção dos enfermos, sacramento de cura que assegura ao doente a salvação, isto é, o bem-estar físico (recuperação) e espiritual (o perdão dos pecados). O doente que é ungindo com o óleo se torna uma pessoa madura, capaz de enfrentar com serenidade a sua doença, mantendo-se unida a Deus.

Refletindo o Evangelho deste domingo (Mc. 46-52), o Pe, José Erimatéia, pregador da oitava noite do novenário, lembrou-nos que a cura só acontece quando gritamos, pedimos com fé que Jesus nos cure e nos liberte de tudo aquilo que nos afasta da graça de Deus. A exemplo do cego à beira do caminho, precisamos pedir com insistência pela misericórdia redentora de Jesus Cristo, o único capaz de nos fazer enxergar de novo. Enxergar de novo significa ter a capacidade de discernir o que é necessário para termos uma vida de comunhão com Deus e com os irmãos daquilo que é secundário e muitas vezes obstáculo para esta comunhão.

Devemos fazer da Igreja a nossa Pátria Espiritual. Participar de coração sincero e aberto de sua vida e liturgia para podermos, desta forma, encontrar verdadeiramente Jesus Cristo nos sacramentos, em especial na eucaristia, e na alegria expressa no rosto de cada católico orgulhoso de sua religião. O Pe. João Batista Libânio ao falar sobre a saída de pessoas que deixam a Igreja comentou: “quando vejo tantas pessoas deixando a nossa Igreja, não fico bravo, mas triste, porque a arca mais maravilhosa, mais estupenda é a celebração da eucaristia. Se nossos irmãos que nos deixam soubessem o que perdem, o que deixam para trás... E se também nós soubéssemos a importância dessa arca, nunca iríamos deixá-la, assim como também não seríamos tão frouxos, tão distraídos nas celebrações, tão vazios, como se a eucaristia fosse uma obrigação, uma prisão, um jugo, ao invés de um momento de alegria, de festa, de beleza e de júbilo”.

ORAÇÃO

Maria, eu quero ser curado por seu filho Jesus.
Que seu sim a vontade de Deus seja também o meu sim.
E que a minha fé seja revigorada dia após dia
Na certeza que sem Deus minha vida se trona um vazio sem sentido. Amém. 


Entrada da Palavra
(acompanhada por um anjo da cura)
Apresentação da Palavra
Padre José Erimatéia - Paróquia de Uaua/BA
Ireninha
(momento da leitura das preces)
Professora Veraneide
comentarista da noite
Momento de Ação de Graças
(representado por Cristiane)





Confira mais fotos da sétima noite clicando AQUI



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Administração

Pastoral da Comunicação - Paróquia Nossa Senhora do Rosário, Remanso/BA - Diocese de Juazeiro/BA

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